Lugares inesperados que fazem pessoas a terem pensamentos suicidas

Lugares inesperados que fazem pessoas a terem pensamentos suicidas

Pessoas tem mais pensamentos suicidas nestes inesperados lugares.

Viver em países ou em estados mais felizes podem fazer pessoas a terem mais pensamentos suicidas, diz a pesquisa.

Países como os Estados Unidos, Canadá, Islândia, Suíça e Irlanda tem relativamente o nível maior de felicidade.

Apesar disso, eles também têm desproporcionalmente alto nível de suicídio.

É conhecido como paradoxo "Felicidade X Suicídio".

O mesmo é verdade para alguns estados nos EUA.

O estado de Nova Iorque é o 45º no ranque de satisfação da vida, mas tem a menor taxa de suicídio no país.

Utah, que frequentemente vem no topo da satisfação da vida, está 9º lugar na taxa de suicídio.

O mais dramático caso para um país é a Dinamarca, algumas vezes conhecida como o país mais feliz do mundo.

Apesar disso, é conhecido por ter desproporcionalmente a maior taxa de suicídio.

O achado pode aparentar paradoxal, mas faz algum sentido.

Muitas pessoas julgam sua própria situação comparando eles mesmos com outras.

Se você está se sentindo para baixo e todo mundo está mais feliz que você, isso lhe faz se sentir pior.

O professor Stephen Wu, coautor do estudo, explica:

Este resultado é consistente com outra pesquisa que mostra que pessoas julgam seu bem-estar em comparação com outros ao seu redor.

Os efeitos deste tipo de comparação tem tido relação com a renda, desemprego, crime e obesidade.

O autor do estudo escreveu:

Pessoas descontentes em lugares com pessoas felizes podem fazer essa pessoa se sentir particularmente punida pela vida.

Estes contrastes escuros podem crescer o risco de suicídio.

Se os humanos são sujeitos a mudanças de humor, pessoas que estão no fundo do poço emocional são mais toleráveis em ambientes que outros humanos são infelizes.

Se tal comparação relativa funciona produzindo discórdia devido à aspirações não atendidas, ou reflete a real inabilidade de integrar dentro de uma sociedade mais abrangente e ganhar acesso a suportes (chave), é o que resta a ser entendido.

O estudo foi publicado no Journal of Economic Behavior & Organization

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Juliana Gonçalves Oliveira Guedes
Formada em Psicologia pelo Centro Universitário UNA. Atua como psicóloga clínica em consultório particular.

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